domingo, 28 de abril de 2013

Orelha de limão, Lili inventa o mundo, Leo e Albertina, A casa sonolenta e Nuvem triste

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

RESUMO GLOBALIZAÇÃO CONSEQUÊNCIAS

GLOBALIZAÇÃO CONSEQUÊNCIAS

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Nos últimos anos a globalização tem aumentado e com isso as consequências também, por mais que sejam consequências que não está tão destacante assim na sociedade, porém é algo da qual devemos dar atenção, pois um fator, uma questão está relacionado a outro e com isso as consequências também.
As consequências da globalização está relacionado com vários fatores como: economia, meio ambiente, condições de vida, sociedade e outros, sendo que esses fatores tem gerado consequências onde as pessoas não tem percebido.
As consequências da globalização além da redução de empregos, o empobrecimento tem se tornando maior, crises financeiras, as explorações do meio ambiente e das riquezas naturais, dessa forma as pessoas estão sempre procurando meios para conseguir aquilo que se deseja e dessa forma as consequências vem se agravando.
A globalização nada mais é do que uma expansão capitalista, dessa forma as pessoas também são vítimas dessas consequências, pois o aumento de pessoas obesas tem se tornado cada vez maior, pessoas , consumir produtos de forma desnecessária e exagerada, se tornando pessoas compulsivas por comprar, por comer e várias outras coisas.

RESUMO O impacto da globalização nas relações sociais e integração na América Latina.

O impacto da globalização nas relações sociais e integração na América Latina

a realidade sócio-laboral do Mercosul nas relações entre cidadãos de seus países-membros

RESUMO:

No atual cenário globalizado com conseqüências sociais, as relações de trabalho estão sofrendo grandes mudanças com tendência ao crescente desemprego mundial. Neste panorama, o Mercosul se apresenta como realidade na sociedade global, devendo perseguir suas metas sociais e laborais para a sedimentação do Mercado Comum, com o estudo dos trabalhos já realizados e as projeções para um futuro próximo. A estrutura orgânica do bloco do Cone Sul Americano deverá atuar com firmeza para a segurança de seus propósitos, auxiliando a integração de toda a América Latina, sem descuidar das garantias inerentes ao ser humano, entre elas o emprego. As normas internacionais referentes ao trabalho devem ser plenamente aplicadas para evitar o denominado dumping social. Por conseqüência, o trabalhador autônomo, o subordinado e os profissionais liberais natos do bloco devem ter a proteção conjunta dos órgãos representantes de classe, bem como pelos demais órgãos institucionais do Mercado Comum do Sul, sempre trabalhando coesos. Este trabalho, tendo em vista as premissas já apontadas, pretendendo realizar uma abordagem sobre tal questão sociolaboral no âmbito das legislações constitucionais brasileiras bem como dos demais parceiros no Mercosul, com a comparação e indicação de prováveis assimetrias. Visa também o estudo das disposições internacionais sobre as relações de trabalho e livre circulação de trabalhadores como objetivo do Tratado de Assunção. Visa este manuscrito, ao final, uma discussão sobre os objetivos a serem buscados e sugestões para amenizar o impacto das atuais conjunturas ao emprego formal. A importância do emprego informal que já responde por cerca de 30% da economia brasileira, concernentes aos ensinamentos da doutrina e as demais experiências vividas por países que já enfrentaram tais questões com maior ou menor êxito, com a adequação ao regime brasileiro bem como a discussão sobre as metas do bloco multilateral em questão, com análise dos pontos mais sensíveis como a seguridade social.
O impacto da globalização nas relações sociais e integração na América Latina: A realidade sociO LABORAL do Mercosul nas relações entre cidadãos de seus países-membros.
Olsen Henrique Bocchi[1]

1.- Introdução:

Na tendência do final do século e na consonância da realidade econômica, política e social mundial, vê-se a presença de um efeito no cotidiano quer dos brasileiros ou cidadãos de qualquer outra nacionalidade: a Globalização. A natureza desse fenômeno não é somente uma corrente tecnológica, mas um efeito social. Tal capitulação é tomada, sob um ponto de vista filosófico, pois não há uma demarcação exata de seu conceito. De tão natural, define-se como sendo o que propriamente parece ser[2].
Sob a atual realidade econômica, em relação com a doutrina capitalista de Adam Smitt, percebe-se uma valorização do conhecimento (know-how) como ponto de referência para qualificar a aquisição de riquezas, onde, naquela época do berço capitalista industrial, a tendência valorizava o capital, o trabalho e os recursos naturais (matéria-prima). Analisando-se o período anterior à doutrina Smithiana, notava-se que o trabalho, conjugado com a matéria-prima, influenciava, quase que totalmente, a produção de riquezas em detrimento do próprio capital e do conhecimento. A evolução no mundo globalizado propiciou uma radical mudança no círculo de produção, onde os perdedores podem ser os próprios assalariados[3].
Neste diapasão, vê-se o avanço tecnológico propiciando tal efeito, como um catalisador de uma reação em cadeia inevitável. Assim, o homem deste final de século deverá adaptar-se ao que se assiste no momento, sem tentar impor ao mundo uma alteração porque as suas conseqüências são, muitas vezes, maléficas ao convívio social.
A escassez de empregos tem sido uma das críticas ao mundo contemporâneo. A automação tomando o espaço que antes era do homem e o conhecimento acumulado para superar fases que antes se tinha como necessárias e hoje são plenamente supérfluas, são diretamente sensíveis ao mercado de trabalho. Não há de se imaginar o homem sem a existência de trabalho digno e a necessidade de sua concorrência com o lucro do empregador. Esta é a cadeia da circulação e produção de riquezas, necessária a qualquer povo capitalista[4].
A atenção hoje se move a duas perguntas: qual será a regulação das conseqüências percebidas no panorama atual? Sobre qual ponderação estará a solução para a sobrevivência da classe operária no mundo além 2000? Estas são perguntas hoje sem respostas convincentes.
A solução por muitos ventilada seria a união dos povos em blocos de nações sob o fenômeno da regionalização[5], para que esta união valha como força motriz para ajudar na solução de tais barreiras. O Estado nacional soberano deverá ceder espaço à circulação de riqueza, pois a soberania nos moldes atuais seria um sério obstáculo ao crescimento do homem e obviamente a sua própria subsistência[6].
Sob tal filosofia nasceu o Mercosul como sendo um bloco de nações sul-americanas, entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, para tentarem sobreviver no mundo atual, seguindo os mesmos passos bem sucedidos dos países europeus. É um bloco ainda nascituro que luta em uma incubadora porque as regras naturais de nascimento não foram prontamente obedecidas, contribuindo os fatores exógenos da economia mundial para acentuar o agravamento de sua situação.
O exemplo europeu, de outro modo, foi mais cauteloso promovendo uma união lenta e gradual, partindo do período pós guerra, passando pela Tratado de Roma em 1957, até uma União Econômica com o Tratado de Maastricht já na década de 90. Seguindo um método semelhante, contudo consideravelmente mais ágil, promoveu o Mercosul uma gradação que teve inicio em 1991 com o Tratado de Assunção, até 2006, nesta data pretendendo a formação de um mercado comum.
Para a formação de um mercado comum, nos moldes como se pretende no referido tratado constitutivo do Bloco do Cone Sul-americano, necessita-se de três fases, em ordem crescente de integração. A primeira delas, denominada zona de livre comércio, visa o estabelecimento entre os países integrantes do bloco em exame, uma desgravação tarifária promovendo um comércio livre de impostos ou taxas aos produtos comercializados entre os mesmos. Este é um estágio inicial de integração, com grau moderado, eminentemente comercial, onde o objetivo principal é a exclusão das barreiras tarifárias e não tarifárias nas negociações entre os Estados-Partes. Tal fase vigorou da assinatura do Tratado de Assunção, até o Protocolo de Ouro Preto em 1994, instrumento que promoveu a existência efetiva do mencionado bloco de países.
A partir desta data até 2001, passou a vigorar a denominada zona aduaneira, nada mais sendo que os países-membros do Mercosul estabelecendo tarifas comuns para com terceiras nações, dentre outros efeitos de natureza igualmente estrutural. Esta fase é a que se encontra vigorando no momento.
Vencida esta fase, preparado estará o Mercosul para alcançar seu objetivo, ou seja, a instituição de um mercado comum: terceira e última fase prevista em seu ato constitutivo. Nesta altura, deverá estar alcançado o requisito básico para a configuração de um bloco ao grau de integração almejada em 2006. O único exemplo desta forma de união comunitária foi verificada na União Européia. A principal diferença entre o mercado comum e a união aduaneira é que esta última regula apenas a livre circulação de mercadorias, enquanto o mercado comum prevê também a livre circulação dos demais fatores de produção (capital e trabalho). Além disso, o mercado comum pressupõe a coordenação de políticas macroeconômicas (definição de políticas de juros e fiscal)[7].
O que se percebe no Mercosul hoje é a implementação de uma união aduaneira sem que estejam vencidas, em sua totalidade as barreiras tarifárias e não tarifárias. É o que se nota com os exemplos das questões automotiva e açucareira, barreiras que até a presente data não foram satisfatoriamente transpostas.
Contudo, o Mercosul atrai muitas atenções. O seu mercado conta com 200 milhões de consumidores e um volume de giro de recursos na ordem US$ 50 bilhões por ano e um PIB global de 680 bilhões/ano. No setor agropecuário, o bloco conta com 50% da produção de soja, 40% do rebanho bovino ocidental, 7% da produção de algodão 6% da produção de milho mundial. Grande parte desta fatia está, e poderão ainda representar mais, nas micro e pequenas empresas. Assim, oportuna a classificação, em nível do bloco do Cone Sul Americano, quanto ao número de empregados e faturamento bruto anual, como destaca-se:
Classificação das Empresas Segundo o Porte Econômico

Empresa Número de Funcionários Faturamento Bruto Anual
Micro Até 20 funcionários Até US$ 400.000,00
Pequena Até 100 funcionários Até US$ 2.000.000,00
Média Até 300 funcionários Até US$ 10.000.000,00


Leia mais: http://jus.com.br/revista/texto/2479/o-impacto-da-globalizacao-nas-relacoes-sociais-e-integracao-na-america-latina#ixzz235TsTSRO

RESUMO PARA O SEMINARIO EM GRUPÃO A GLOBALIZAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

A GLOBALIZAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

bebe-marca     A globalização é um processo econômico e social que estabelece uma integração entre os países e as pessoas do mundo todo. Através deste processo, as pessoas, os governos e as empresas trocam idéias, realizam transações financeiras e comerciais e espalham aspectos culturais pelos quatro cantos do planeta. O conceito de Aldeia Global se encaixa neste contexto, pois está relacionado com a criação de uma rede de conexões, que deixam as distâncias cada vez mais curtas, facilitando as relações culturais e econômicas de forma rápida e eficiente.
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     Muitos historiadores afirmam que este processo teve início nos séculos XV e XVI com as Grandes Navegações e Descobertas Marítimas. Neste contexto histórico, o homem europeu entrou em contato com povos de outros continentes, estabelecendo relações comerciais e culturais. Porém, a globalização efetivou-se no final do século XX, logo após a queda do socialismo no leste europeu e na União Soviética. O neoliberalismo, que ganhou força na década de 1970, impulsionou o processo de globalização econômica. Com os mercados internos saturados, muitas empresas multinacionais buscaram conquistar novos mercados consumidores, principalmente dos países recém saídos do socialismo. A concorrência fez com que as empresas utilizassem cada vez mais recursos tecnológicos para baratear os preços e também para estabelecerem contatos comerciais e financeiros de forma rápida e eficiente. Neste contexto, entra a utilização da Internet, das redes de computadores, dos meios de comunicação via satélite etc.

     Uma outra característica importante da globalização é a busca pelo barateamento do processo produtivo pelas indústrias. Muitas delas produzem suas mercadorias em vários países com o objetivo de reduzir os custos. Optam por países onde a mão-de-obra, a matéria-prima e a energia são mais baratas. Um tênis, por exemplo, pode ser projetado nos Estados Unidos, produzido na China, com matéria-prima do Brasil, e comercializado em diversos países do mundo. Para facilitar as relações econômicas, as instituições financeiras (bancos, casas de câmbio, financeiras) criaram um sistema rápido e eficiente para favorecer a transferência de capital e comercialização de ações em nível mundial.. Investimentos, pagamentos e transferências bancárias, podem ser feitos em questões de segundos através da Internet ou de telefone celular.
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     Apesar de todos os benefícios que a globalização trouxe para o mundo, há também a globalização da parte social, que desde tempos remotos não tem sido justa para com as populações mais pobres do mundo. A exclusão se fez conseqüência drástica do processo global, em que poucas pessoas são privilegiadas pela criação da tecnologia, pela inovação das marcas, pela evolução dos meios de comunicação, pelas novas tendências da moda, pela rapidez da internet. Muitas pessoas mal sabem o que é internet. Nos próprios países desenvolvidos há um índice, mesmo que muito pequeno, de exclusão. No Oriente Médio esta se torna ainda pior, pois a maior parte da população não tem acesso às necessidades básicas como alimentação e moradia, por isso muito menos teriam acesso a uma tecnologia como o computador.
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     A disparidade de classes está sendo cada vez mais afetada pela globalização constante e pela ganância do homem de querer globalizar, criar e deter os meios de comunicação e produção, não se preocupando em primeiro acabar com os problemas sociais para depois criar um sistema de informações que beneficie toda a população.
     Concluindo, é difícil refletir e chegar a uma conclusão sobre a globalização e quais as suas influências sobre o mundo, posto que cada país tem uma cultura, política e economia diferentes as quais influenciam na evolução harmônica deste processo.

O Brasil em um Mundo Globalizado AULA COM ATIVIDADE PARA RESPONDER



O Brasil em um Mundo Globalizado

Resumo: neste tutorial será mostrado como o Brasil tem procurado se desenvolver em meio a um mundo totalmente globalizado. Que medidas o Brasil adota, para se expandir economicamente? Existe multinacionais brasileiras?

Não é de agora que o Brasil apresenta transformações tecnológicas que se manifestam na sociedade brasileira. Mas foi desde 1990 que a globalização teve maior impacto. Nesse período a economia brasileira passava por uma série de crises: déficit público elevado; escassez de financiamento para atividade produtiva e para ampliação de infra-estrutura; inflação; no final da década de 80 a inflação chegou a 80% ao mês, e os preços subiam diariamente.

No inicio da década de 90, o Brasil passa a adotar idéias liberais, abrindo o seu mercado interno, criando maior liberdade para a entrada de mercadorias e de investimentos externos, derrubando assim, algumas barreiras protecionistas. A idéia era ter o capital estrangeiro como ajuda para retomar ao crescimento econômico.

Alegava-se que a economia ia ser beneficente para as empresas nacionais, estimulando o desenvolvimento e recuperar atrasos em alguns setores. Esperava-se, que a economia brasileira fosse mais competitiva, em a ajuda de subsídios e protecionismo.

Subdesenvolvimento

O subdesenvolvimento se caracteriza por problemas sociais e econômicos no interior de um país. Mas nem todos os países subdesenvolvidos são iguais entre si. Alguns tem elevada capacidade de produção e atraem investimentos do exterior, como é o caso do Brasil. Outros estão praticamente excluídos da ordem econômica mundial e depende de ajuda humanitária para a sobrevivência da população.

Isso mostra que o processo da globalização tem sido bem diferentes entre os países ricos e os pobres, sendo que a pobreza tem aumentado até em países ricos.
Apesar de a globalização ter acentuado os problemas nos países do norte, tem sido bem  mais grave nos países do sul, que possuem recursos limitados.

As diferenças entre os países do mundo atual são enormes. Os países do G8 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Itália, Reino Unido e Canadá) são responsáveis pela produção de cerca de 56% de toda a riqueza do mundo. Todos os outros países, aonde vivem 85% da população, produzem os 44% restantes.

Essas diferenças sócio-econômicas tendem aumentar a cada ano com o desenvolvimento técnico-científico acelerado e concentrado nos países desenvolvidos. Segundo o Relatório de 2002 do Estudo de População das Nações Unidas, cerca de três milhões de pessoas vivem com menos de três dólares por dia.




Esta charge retrata bem a situação de muitas pessoas em países pobres

O desenvolvimento tecnológico é bem importante para o processo de globalização, e o Brasil no inicio do século XXI ocupava a 43° posição do ranking de conquistas tecnológicas.

Novas idéias?

O Consenso de Washington refere-se a um conjunto de idéias criadas, em 1989, visando ajudar no desenvolvimento da América Latina.

O economista John Willianson reuniu o consenso de alguns pontos principais propostos pelas grandes instituições financeiras. De acordo com o Concurso de Washington, os países teriam de:

- diminuir a dívida do governo, para isso promover o corte de salários e demissões dos funcionários públicos em excesso, e realizar mudanças nas leis trabalhistas, na previdência social, e na aposentadoria.

- Promover uma reforma no sistema de arrecadação e atribuição de impostos, para que as empresas pagassem meios e tivessem mais chance de competitividade.

O Consenso de Washington também propunha a abertura comercial, o aumento de facilidades para saída e entrada de capitais, e a privatização de empresas estatais.

Seguir as sugestões do Consenso não eram obrigatórias, mas eram necessário cumpri-las para receber ajuda financeira externa e atrair capitais estrangeiros.

Abrindo a Economia no Brasil

Foi por volta de 1990  que o Brasil reduziu os impostos de importação, e os produtos importados passaram a entrar de forma bem ampla no mercado brasileiro. A oferta de produtos cresceu, e os preços permaneceram os mesmos ou caíram; esses produtos importados passaram a tomar o espaço das industrias nacionais, que foram obrigadas a fechar. A balança comercial acumular déficits por vários anos no decorrer de 1990.

O governo, também, passou a incentivar por meio de incentivos fiscais e privatização das empresas estatais, os investimentos externos no Brasil.

Com a rapidez da abertura da economia brasileira, muitos empresas nacionais não se adaptaram a nova regra: “é melhor vender do que falir”. Em apenas uma década as multinacionais dobraram sua participação na economia brasileira, passaram a comprar algumas empresas nacionais ou se associaram a elas.

As multinacionais investem principalmente em tecnologia, contribuindo para a geração de cortes de empregos. De uma maneira geral, nos setores em que ocorreu a privatização, diminuíram os empregos e as condições de trabalho pioraram.

Na mesma proporção da abertura do mercado o desemprego aumentou, e a possibilidade de voltar ao mercado de trabalho fica cada vez mais distante, pois as vagas vão sendo preenchidas pelas novas tecnologias de produção e sistemas informatizados.

Mesmo com a abertura de postos de trabalho em setores que mostraram crescimento, como turismo, publicidade, telefonia, não compensaram os que foram fechados.

Poucos países adotaram amplamente as idéias neoliberais, e ingressaram de foram plena no processo de globalização. Isso ocorreu penas em alguns países da América latina, côo por exemplo o Brasil. Outros países, como a China e Índia, preferiram mais restrita e gradual, exigindo a instalação de industrias em setores estratégicos e em associações com empresas nacionais.

A partir do final do século XX, as mudanças estão sendo tão intensas que trabalhadores e empresas ainda estão tentando se adaptar a nova realidade.

A privatização das empresas permanecia no centro dessas mudanças. Mas outras mudanças ocorriam no Brasil, como a concessão para explorar os sistemas de transporte, o fim da proibição da participação de empresas estrangeiras nos setores de comunicações e o fim do monopólio da Petrobrás para exploração de petróleo.

Alegavam que as empresas estatais estavam endividadas, e só davam prejuízos, sobrevivendo apenas com a ajuda de subsídios do governo. Em alguns casos essa afirmação era verdadeira, mas em outras não, e foi nessas que ocorreram as maiores privatizações. Como por exemplo, o Vale do Rio Doce e a Companhia Siderúrgica Nacional, que, apesar de terem altas dívidas, davam bastante lucro ao Brasil, e tinham condições de cumprir os seus compromissos financeiros.

A privatização sofreu inúmeras críticas. Por exemplo: parte do dinheiro foi emprestado pelos cofres públicos, para a privatização, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Alem disso, para atrair compradores, pagar as dividas das empresas, elevou-se as tarifas de telefonia e energia.

Com a privatização de setores estratégicos, o Brasil, passou a se caracterizar por um processo de desnacionalização da economia. Em meados do século XXI, entre as 500 maiores emersas do mundo, 400 estavam instaladas no Brasil.

A ampliação das empresas estrangeiras, e da presença do capital estrangeiro não ajudou em elevar as taxas de crescimento econômico. O que ocorreu foi simplesmente a substituição da empresa nacional pelo capital estrangeiro.

Multinacionais brasileiras

As empresas brasileiras também tem participação em investimentos externos, e estão presentes em outros países. Em uma década o numero de empresas brasileiras em outros países elevou 500%. Em 2001, havia 350 empresas instaladas no exterior.

Apesar desse aumento da participação do Brasil no comércio mundial, ela continua sendo reduzida. A participação do Brasil representa cerca de 1% de todas as transações que ocorrem no mundo. As exportações brasileiras são: café, açúcar, minério de ferro e outros produtos que possuem baixo valor comercial. Por outro lado, as importações do Brasil são bens de consumo de alta tecnologia, e possuem valor elevado.

Os produtos brasileiros ainda precisam entrar as medidas protecionistas dos países desenvolvidos. Por exemplo: a agropecuária, que se tornou bem competitiva, tem dificuldades para entrar nos Estados Unidos, Japão e União Européia. Nesses países os produtos recebem taxas até ficaram com um preço elevado, e os agricultores locais recebem subsídios que são proibidos pelas regras da OMC.

Exportações brasileiras


O Brasil no Mercosul

As relações comerciais entre do Mercosul, tiveram avanços e vários projetos de infra-estrutura, que começaram a ser desenvolvidos com o aumento desse mercado.

Os países que fazem parte do Mercosul, representam cerca de 42% da população da América do Sul, e mais da metade do valor da economia que é produzida nesta parte do continente.

Junto com a Bolívia, que teve participação no Mercosul como membro-associado a uma zono de livre comercio, o Brasil construiu o maior gasoduto da América latina, que liga a Bolívia aos estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais.


Em 1999, passou a surgir algumas divergências entre Brasil e Argentina. Devido a crise econômica, principalmente na Argentina, fez com que o comércio dentro do bloco sofresse uma queda. Apesar de ser uma união aduaneira, o Mercosul, tem apresentado ser semelhante a uma integração de uma zona de livre comércio.

Brasil e a Alca

O continente americano reúne, de um lado os Estados Unidos e Canadá, países desenvolvidos e com alto índice tecnológico. E do outro, países bem obres, que baseiam sua economia na agricultura ou extração mineral, como o Haiti, Bolívia, Guiana.

E o Brasil, do ponto de vista econômico, fica numa situação intermediaria. O Brasil e outros países latino-americanos, não tem condições de competir com as empresas dos Estados Unidos. E os países que se negarem a participar da Alca podem sofrer represálias, que dificultariam a sua situação econômica. Alem do mais, o Brasil é dependente da economia norte-americana, cerca de 30% das exportações brasileiras, são para os Estados Unidos.

Mas é preciso levar em consideração que o Brasil é importante para os Estados Unidos, pois sozinho corresponde a cerca de 70% da economia de toda a América do Sul.

O mercosul, junto com a Comunidade Andina (CAN), estão buscando maior integração para fortalecer sua capacidade de negociação frente aos Estados Unidos.

Mas, por enquanto, não estamos numa situação de preocupação com a Alca, pois parece que esse assunto, semelhante a muitos outros acordos, foi esquecido. Pelo menos por enquanto.

Exercício

Responda.

1) A partir de 1990 que medidas o Brasil passa a adotar, e porque?
2) Como a ampla abertura do mercado afetou as empresas nacionais?

3) Como a privatização de empresas nacionais, afetou a economia brasileira?


VIDEO PARA A PROVA

http://www.youtube.com/watch?v=MAUxHLn0AFY&feature=related

LINK PARA AULA EXPLICATIVA SOBRE PROTECIONISMO.

http://www.youtube.com/watch?v=H5bJ_FZf8QU

TEXTO PARA AULA DO GRUPÃO PROTECIONISMO

Esta doutrina visa proteger o mercado interno através da criação de mecanismos que dificultam a entrada no país de mercadorias importadas, reduzem a competição externa e assim permitem o livre desenvolvimento das atividades econômicas internas. A teoria contrária ao protecionismo é o livre-comércio. Através desta linha de atuação, garante-se a independência de um país, enquanto ao se optar pelo caminho inverso, atinge-se o estágio da interdependência entre Estados concorrentes. Todos os países, mais ou menos, adotam essas medidas econômicas em algum momento de sua trajetória político-econômica. Para tanto, estabelecem tarifas elevadas e impõem regras técnicas aos produtos externos, gerando assim uma série de obstáculos que tornam mais difícil sua entrada no mercado nacional, ao diminuir sua margem de lucros. Também é comum criar subsídios à indústria interna, propiciando um crescimento mais intenso; e instituir uma porcentagem fixa de mercadorias e de trabalhos estrangeiros no mercado interno.
Como conseqüência, os empregos no âmbito nacional ficam garantidos, a indústria e a agricultura internas são protegidas, estimula-se o incremento de novas técnicas nacionais e estimula-se a abertura das fronteiras para atividades comerciais. Por outro lado, porém, há uma elevação dos preços dos produtos nacionais; na falta de uma maior competitividade, as indústrias se acomodam e não desenvolvem o potencial integral de que dispõem; o país não acompanha o avanço tecnológico em curso no contexto externo e há uma privação dos mercados exteriores.
A Organização Mundial do Comércio – a OMC – regula o comércio entre os vários países. Assim, é este órgão que vela pela instituição de regras nas transações comerciais externas e vigia as medidas protecionistas adotadas pelas diversas nações. Seu objetivo é favorecer um mercado mais liberal. O protecionismo, como visto acima, tem suas vantagens e desvantagens, mas talvez o seu maior prejuízo seja na esfera das políticas que incentivam a luta contra a fome e o desenvolvimento das nações pobres.
Hoje, o Brasil enfrenta uma séria ameaça do mercado chinês e de outros recém-chegados à economia mundial. A competição com estes países não é possível no campo dos preços, e sim na esfera do marketing, dos recursos tecnológicos, da concepção e do planejamento dos produtos, bem como no aproveitamento dos recursos naturais, área na qual o Brasil se destaca.
Mas é justamente das diferenças produtivas entre os variados países, da competição entre suas várias possibilidades, que nasce o progresso. Se todo país radicalizasse em suas medidas protecionistas, cada nação seria uma autarquia isolada, não haveria contato entre os Estados. Sem a disputa e o intercâmbio necessários para o crescimento, cada economia tenderia a uma provável estagnação.
O protecionismo, portanto, é importante para o desenvolvimento econômico de um país, mas em um grau moderado, pois sua versão radical poderia gerar um quadro drástico para a economia mundial.

MATERIAL PARA AULA DO GRUPÃO PROTECIONISMO

– A Abertura Comercial BrasileiraObjetivos da aula:
Compreender a abertura comercial brasileira e avaliar os seus resultados. Começaremos o nosso estudo, fazendo uma breve abordagem das teorias de comércio internacional. Posteriormente, discutiremos o modelo de industrialização por substituição de importações, o seu esgotamento nos anos 1980 e a busca de um novo paradigma de desenvolvimento. Finalmente, vamos analisar e avaliar a abertura comercial no Brasil.Livre Comércio Ou Protecionismo?
Desde o final do século XVIII, os economistas conseguiram compreender a importância do comércio internacional. Realizar trocas é importante porque permite que cada nação se especialize naquilo que consegue produzir de forma mais eficiente. A especialização e o comércio conduzem as nações a uma situação de bem-estar material superior ao que seria alcançado se cada país optasse pela auto-suficiência.
Apesar de a moderna teoria econômica ser enfática em relação aos benefícios do comércio internacional, a economia brasileira era extremamente fechada até meados do início dos anos 1990. Isso foi resultado do protecionismo comercial implantado no Brasil via substituição de importações.
Relembrando o que nós estudamos nas nossas primeiras aulas: o Brasil era um clássico exemplo de economia agro-exportadora, produzíamos bens agrícolas para abastecer o mercado mundial e importávamos bens industrializados. Com a crise econômica mundial, gerada pela Grande Depressão, ocorreu a falência desse modelo. Para o país crescer e se desenvolver, era necessário promover uma mudança profunda na economia.

Para fomentar a indústria nacional, o governo brasileiro ergueu barreiras protecionistas.


Essa opção do Brasil pelo protecionismo, sobretudo após a Segunda Guerra mundial, foi influenciada por idéias não alinhadas ao pensamento liberal clássico. Existem diferentes escolas de pensamento econômico e, conseqüentemente, diferentes abordagens acerca do comércio internacional. A concepção clássica desse assunto está fundamentada nas idéias desenvolvidas pelo economista clássico inglês David Ricardo. De maneira muito simplificada, sua teoria pode ser reduzida à seguinte idéia: o comércio traz vantagens porque gera especialização. Cada nação vai produzir o que faz de melhor e importar o que não produz tão bem.
No final da década de 1940, começou a se formar, na América Latina, uma escola de pensamento que rejeitou a visão liberal de comércio e desenvolveu uma argumentação bastante interessante sobre esse tema. Esses pensadores ficaram sendo conhecidos como estruturalistas e tinham, como seu maior representante, o economista argentino Raúl Prebisch.
Coube a esse autor a famosa percepção de que estava havendo uma “deterioração dos termos de troca” contra a América Latina. Isso significava, simplesmente, o seguinte: os produtos exportados pela América Latina (bens primários) estavam se tornando mais baratos em relação às importações (produtos industrializados). A partir dessa constatação, os estruturalistas concluíram que livre comércio não estava beneficiando a América Latina. Historicamente, o subcontinente latino-americano especializou-se na produção de bens agrícolas. Entretanto, essa especialização não trouxe vantagens, muito pelo contrário, era a principal causa do subdesenvolvimento na região. O pensamento estruturalista teve uma influência enorme na condução das políticas de desenvolvimento latino-americanas após a Segunda Guerra. Resumidamente, os estruturalistas entendiam que desenvolvimento latino-americano passava, necessariamente, pela industrialização e que esse processo deveria ser feito mediante substituição de importações.

O Esgotamento do Modelo de Substituição de Importações
O modelo de substituição de importações teve papel decisivo no crescimento econômico de 1930 até o início dos anos 1980, quando a economia brasileira entrou na pior crise da sua história. A década foi marcada pelo endividamento externo, pela recessão econômica, pela inflação, pela crise fiscal do Estado e, também, pelo esgotamento do modelo de desenvolvimento por substituição de importações.
Décadas de protecionismo comercial deixaram os empresários nacionais em uma situação muito cômoda. Não havia pressões para investir em tecnologia, para adotar novas técnicas administrativas ou para buscar novas estratégias de competição, porque o protecionismo comercial garantia exclusividade sobre o mercado. Durante os anos 1980, ocorreu uma série de inovações tecnológicas que, praticamente, mudaram o paradigma produtivo em vigor. Entre essas inovações, estavam: a microeletrônica, a automação mecânica, a informática e as telecomunicações. A indústria nacional não estava acompanhando o que acontecia no resto do mundo e o nosso atraso estava ficando cada vez maior.
Para deixar esse quadro ainda mais grave, o Estado, que, no passado, assumira o papel de agente indutor do desenvolvimento, perdera sua capacidade de investir devido à crise fiscal. Tornava-se cada vez mais urgente a busca por um novo modelo de desenvolvimento.
Em 1989, um fato ocorrido nos Estados Unidos iria reforçar ainda mais o argumento pró-abertura da economia. Economistas liberais oriundos de países ricos encontraram-se em Washington D.C. e elaboraram um conjunto de recomendações aos países em desenvolvimento. Esse receituário, conhecido como Consenso de Washington, propunha a busca de uma nova agenda de desenvolvimento, baseada na abertura comercial e financeira, nas privatizações de empresas públicas e na diminuição do tamanho do Estado.



Gradualmente, o desenvolvimentismo foi cedendo espaço ao pensamento liberal. A abertura comercial, no Brasil, começou no final dos anos 1980, durante o governo Sarney; seria aprofundada durante a gestão do presidente Collor e, novamente, aprofundada, ou pelo menos mantida, nos governos que viriam depois. Seu objetivo era o de gerar uma espécie de choque competitivo e forçar o empresário nacional a engajar-se na onda de modernização que acontecia no resto do mundo.Uma Avaliação da Abertura Brasileira
A abertura comercial brasileira trouxe resultados positivos e negativos. O consumidor brasileiro, hoje, tem uma variedade muito maior de produtos a escolher. A qualidade aumentou, muitos preços baixaram e os produtos tornaram-se mais acessíveis. Algumas indústrias tecnologicamente defasadas se modernizaram, tornaram-se internacionalmente competitivas e passaram a destinar parte da sua produção ao mercado internacional. Outras não se saíram tão bem, simplesmente não suportaram a concorrência internacional, fecharam as portas e demitiram trabalhadores. Portanto, podemos tirar duas conclusões disso tudo: 1) a situação do consumidor brasileiro melhorou com a abertura da economia e 2) houve piora da situação do trabalhador com o aumento do desemprego.
O balanço final pode ser discutível, mas uma coisa é certa: a abertura era necessária e tinha de, mais cedo ou mais tarde, acontecer. As nações que mais crescem, hoje, no mundo, têm suas economias voltadas para as exportações. Não é mais possível conceber uma nação rica, desenvolvida e, ao mesmo tempo, fechada para o comércio internacional.
Com relação à abertura comercial brasileira, é possível questionar a forma como foi implementada. Talvez, se tivesse sido conduzida de maneira diferente, os resultados poderiam ter sido melhores. Todavia, é insustentável o argumento de que essa não é a melhor estratégia de desenvolvimento para o país.




quinta-feira, 31 de maio de 2012

REALIZAR LEITURA E PRODUZIR UMA RESENHA DO RESUMO SOBRE INDUSTRIALIZAÇÃO


RESUMO: Este artigo aborda inicialmente as peculiaridades do processo de industrialização no Brasil, a partir do século XX, como reflexo de um fenômeno que tem origem na Inglaterra do século XVIII e difunde-se para outros países europeus no decorrer do século XIX.
O enfoque inicial, centrado no processo de industrialização no Brasil, analisa os quatro períodos em que se pode dividir esse desenvolvimento: o assim chamado “Proibição” (1500-1808); o conhecido por “Implantação” (1808-1930); o período da “Revolução Industrial Brasileira” (1930-1956); por fim, o período da “Internacionalização”, que se estende de 1956 aos dias de hoje. O estudo se atém, a seguir, ao tema do patrimônio industrial no Brasil, partindo dos conceitos de “patrimônio industrial” e “arqueologia industrial”, para concentrar-se, em seguida, na questão específica dos engenhos açucareiros.